quinta-feira, 7 de abril de 2011

Proteção divina


“Guarda-me como a menina dos olhos, esconde-me À sombra das tuas assa”.
Salmo 17. 8 (Ler 17)

            A solidão lentamente consome a força humana. A solidão de estar afastado de Deus consome a vida. O desespero de quem já não tem forças para continua a caminhada  determina a roda-viva que varre a esperança e mata a determinação e  a vontade para continuar vivendo.
            A distância que separa o ser humano de Deus é visível ao ponto mostrá-lo amargo. Há um grande vazio existencial. As pessoas estão cada vez mais determinadas a encontrar Deus que parece cada dia mais distante. Não que Ele não queria estar perto da criação que geme e morre sem perceber que ela própria afasta-se voluntariamente do criador.
            Então não resta mais nada que se possa fazer? É claro que ainda há possibilidade de mudanças. O Salmo 17 começa com um pedido de que Deus ouça o clamor e o pedido de oração. O sofrimento pelo afastar-se do caminho sábio do Pai Eterno é destrutivo. O salmista tem certeza de que não saiu do raio de ação de Deus, permaneceu fiel. Por isso tem o direito de pedir a guarda divina.
            A menina dos olhos tem sentido de quem pode ver e enxergar de maneira distinta as coisas da vida. Há um grande desafio – entender as coisas vindas da parte de Deus e praticá-las. Tentar como diz o salmista ser semelhante ao Criador. Portanto, precisamos urgentemente voltar à presença do Pai para poder se esconder à sombra de suas assas.

Rev. Jorge Wagner

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